18 Out 2009 @ 11:45 PM 

Uma pequenina lembrança
De olho nos sonhos
De vidas vizinhas
De mãos no asfalto

Um sonho dourado
De cobres canduras
Um sítio decente
Uma simples moldura

Para que?
Para que escrever?
Simplesmente escrever
Sem deixar mensagem
Como num atendedor rouco
Um email louco
Um correio em greve

Para que?
Para que?

Noutro dia encontrei a noite
Ela estava fria
Mas era um sonho dourado
De cobre metais

A mensagem não cabe na cadeira
As pernas se torcem
Ela se inclina pendente
As pregas já tossem

A mensagem não cabe no armário
A porta não fecha
O espelho se arranha
Os cabides não chegam

Não chegam para que?
Para que?
Não penduro mensagens em cabides
Não as guardo no armário

As mensagens são como os pássaros
Nasceram para voar livremente
Sem armaduras de cobre
Mas era um sonho dourado

Vá mensagem, segue teu caminho
Atinge o destino
Altera caminhos
Informa aos outros que o sonho era dourado
Deixa um recado safado
Mas segue teu caminho para onde for
Não deixes de ir
Deixe o cobre
Salte para a luz
Viaje, viaje, viaje
Vá siga, chegue a China
Encontre uma padaria e alimente-se
Lá são ditas novidades, todas as manhãs
Ouça-as com atenção
E leve-as em frente
Segue teu destino, mensagem
Seja letra ou imagem, mas segue teu destino

Tags Categories: Nada Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 19 Out 2009 @ 08 28 AM

EmailPermalinkComentários Desligados
 17 Out 2009 @ 3:23 PM 

Tags Categories: A civilização é um artifício, Nada, Pensando alto Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 17 Out 2009 @ 03 24 PM

EmailPermalinkComentários Desligados
 14 Out 2009 @ 10:14 PM 

Uma brasileira ofendeu aos portugueses. Carago! Eu tenho dupla nacionalidade. O que devo sentir? Vergonha ou ofensa?

Pensei, pensei e pensei. Concluí então que não devo sentir nada, somente indiferença. Ela, a brasileira, é uma pessoa maior, vacinada, independente e livre. Disse o que disse porque quis e não me consultou antes de dize-lo. Da mesma forma disse-o por estupidez própria e, por ser completamente estúpido, não pode me ofender.

Se eu fosse me envergonhar e/ou me ofender com as coisas que dizem todos os estúpidos que indiretamente me afetam, não faria outra coisa na vida. Dar ouvidos e razão a estúpidos não é um esporte que me atraia.

Ouvir (ler) as reações estúpidas de portugueses a estupidez da brasileira e me ofender com isto, da mesma forma estaria a dar ouvido a estúpidos.

Portanto: + d 100 comentários.

Tags Categories: Nada, Pensando alto Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 17 Out 2009 @ 07 19 AM

EmailPermalinkComentários Desligados
 20 Jul 2009 @ 4:27 PM 

Matt Dusk - Two ShotsComigo funcionou. A rádio, quando comecei a trabalhar com música, em 1977, era o principal meio de divulgação dos artistas e de seus trabalhos. A TV ainda não tinha tanta força. Ouvia-se na rádio e com esta memória auditiva ia-se a loja de discos e por vezes, sem saber o nome nem da música nem do artista, cantávamos o trecho que lembrávamos, por vezes somente um forte refrão, e o lojista lá encontrava o música que queríamos. Quando era de um artista já consagrado, ficava evidentemente mais fácil.

Hoje em dia, com a TV e canais especializados em diversos tipos de música, a escolha e memorização do produto que sentimo-nos impelidos a comprar é simples pela visualização do nome do artista.

Mas comigo, na quinta-feira da semana passada, a coisa quase que se passa como antigamente. Ouvi no carro, na rádio Marginal, uma interpretação muito interessante de Please Please Me, dos Beatles. Esperei o final da música seguinte, que tocou diretamente a seguir a que gostei, para saber que o nome do artista era Matt sei lá das quantas.

Digo que foi quase como antigamente por diversas razões. O que me motivou a ir procurar a canção foi a mesma rádio mas as semelhanças temporais acabaram por aí. Já não fui a loja de discos. Primeiro procurei no Google por “Please Please Me Matt”. Encontrei fácil que o nome do artista era Matt Dusk. No resultado da pesquisa já havia a informação inclusive de vídeos para que eu pudesse conhecer o artista.

Para minha decepção o vídeo não poderia passar para Portugal, por questões de direito de autor! Se me lembro bem isto só acontecera uma vez antes comigo. Mas descobri também na pesquisa que o disco onde esta música se inseria chamava-se Two Shots. Imediatamente o procurei no site da Fnac, pois tenho uma mesmo aqui ao pé. Nada. Encontrei a venda em MP3 na Amazon.com. Procurei na Amazon.co.uk, onde compro normalmente. E lá estava ele. Encomendei, na quinta-feira, e hoje, o Matt Dusk já cá canta a sua sublime interpretação de Please Please Me, para além de outras ótimas interpretações deste puto com voz de gente grande em seu excelente cd Two Shots.

Tags Categories: Nada, Pensando alto Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 21 Jul 2009 @ 10 23 AM

EmailPermalinkComentários Desligados
 18 Jul 2009 @ 1:45 PM 

Já disse aqui antes, que existe um blogue que me serve, ou serviu, de inspiração pra este aqui: o Bitaites do jornalista Marco Santos, do 24 Horas, que, excelente escritor, produz por vezes crónicas soberbas em seus postais.

Dia desses escreveu uma crónica muito boa mesmo (alguns leitores e comentaristas habituais, inclusive, disseram que talvez tivesse sido a melhor delas) onde ele expunha com maestria a frágil condição humana de um taxista que descrevia suas fantasias sexuais para ele, Marco. Ilustrando o postal, incluiu uma fotografia de uns senhores a babar por trás de um vidro, por uma stripteaser nua.

A foto chegou mesmo a dar título ao postal, onde o jornalista expunha, do taxista e dos mirões que observavam a mulher, uma engraçada, para não dizer ridícula, situação de admiração por aquilo que deveria ser a mais comuns das coisas para os homens: a nudez e o sexo feminino, não fossemos nós unicamente feitos para reproduzir e dar continuidade genética a nós próprios e a nossa espécie.

Mas, como todo o humano, o jornalista também erra. Dois ou três postais a seguir, colocou uma foto de umas meninas em biquínis de motivos ludopédicos, pintadas no soutien com umas bandeirinhas de países europeus, convidando aos leitores, aos quais chamou mirones, que são, segundo o dicionário, aqueles que, sem jogar, observam o andamento de um jogo ou mirão, a imaginar somente aquilo que estariam por trás das bandeirinhas. Isso num postal chamado “vamos lá puxar pela cabeça”, que bem poderia ser lido como puxar o coiso pela cabeça e mandar uma punheta com a mesma imaginação que aqueles da foto anterior utilizaram, imaginando-se agarrando as mamas da stripteaser, imaginando o formato de seu útero, pensando em sexo, enfim. Senti-me ofendido e demostrei isto ao dizer somente ver na realidade as bandeirinhas.

Bom, para encurtar a conversa: lá pelas tantas nos comentários do postal, senti-me no direito e no dever de dizer que achara aquele postal uma merda, com a mesma sinceridade com que elogiara a crónica anterior.

Até aí nada: um postal magnífico e comentários a condizer, um postal de merda e igualmente comentários a condizer. Mas o que me espantou, e que me motivou a escrever isto aqui, é que depois de elogiar o postal anterior não fui punido nem premiado porém, imediatamente depois de criticar o seguinte, fui banido do blogue do jornalista. Já não consigo aceder ao site desde minutos depois de ter feito a crítica, provavelmente banido por um dos muitos plugins do WordPress que o jornalista usa para se proteger de comentaristas mal humorados. Engraçado… :)

Faz-me lembrar as nefastas consequências que algumas pessoas públicas sofrem ao ter a coragem de dizer que aqueles que detêm o poder da formação da opinião pública, por vezes também erram e/ou jogam a favor de seus próprios interesses. E, o que para mim é pior, são corporativistas, defendendo a classe de todas as formas quando sentem-se ofendidos por algúem que ofende a outro jornalista, o que só me faz lembrar do fascismo. :)

PS: Por favor, entrem nos comentários para lerem o referido Marco “Bitaites” Santos dizer de sua justiça.

PS2: depois de um longo eclipse, já consigo chegar no Bitaites. O Marco empurrou a responsabilidade para os senhores lá da empresa que gere o servidor do Bitaites (quem bloqueava o meu acesso não era de um plugin mas de uma firewall) que, por sua vez empurraram o problema para o além. Disseram que havia realmente a possibilidade de alguém estar bloqueado, alguns até estavam, mas eu (o meu IP, quero dizer) não estava. Daí apagaram todos os registos de IP bloqueados e, milagrosamente, eu consegui entrar novamente. Eles lá disseram que procuraram e o meu IP não constava entre os que estavam impedidos de entrar mas, se depois de suprimidos todos os bloqueios, voltei a entrar, não foi por que um milagre aconteceu, mas sim por que eles não encontraram onde estava o bloqueio de meu IP e apagaram tudo pra ver se resolvia. Resolveu mas, tenho certeza, se é que eles sabem porque isto aconteceu, não quiseram dizer.

Mas uma justiça tem que ser feita: não fui bloqueado, acho, por ter dito que o tal postal era uma merda. Foi por outra merda qualquer…

Tags Categories: A civilização é um artifício, Nada Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 29 Jul 2009 @ 09 50 AM

EmailPermalinkComments (17)
 04 Jul 2009 @ 12:15 PM 

Se por um lado sou um privilegiado que tenho condições para ter MEO e ZON, e as correspondentes caixas digitais, em minha casa, por outro, isto faz de mim um observador capacitado a comparar os dois serviços e informar aos eventuais interessados em um ou noutro.

Por isto me sinto na obrigação de dizer que aquilo que faz as vantagens de ambos, se apresenta de forma apropriada nos dois, ou seja, a possibilidade de ver a TV no momento em que se queira, ao permitir gravar o conteúdo para posterior visualização.

Sim, os dois fazem-no, porém um muito melhor que o outro. Enquanto quase não há diferença nas características técnicas dos serviços, no que diz respeito a qualidade da imagem, por exemplo, já no que diz respeito ao sistema utilizado para apresentação da programação, factor fundamental para que se saiba de antemão o que irá passar nos diversos canais, afim de que se escolha o que se irá assistir e o que se irá guardar, que no serviço da MEO é perfeito e de fácil utilização, no serviço da ZON TVCabo isto simplesmente não funciona!

A interface com o utilizador é horrível e a informação, muito mais vezes do que eu gostaria que fosse, indisponível. Já tive há muitos anos no Brasil o sistema da DirecTV, que muito se assemelha a estes serviços, com a diferença de que não permitia a gravação, o que foi introduzido no mundo pela TIVO. No que diz respeito a escolha da programação no Guia de TV, MEO e DirecTV são muito semelhantes e ambos práticos e fáceis de utilizar e encontrar o que se pretende.

Mas no serviço proposto pela ZON é imperdoável que quase sempre o máximo que se consiga ver na lista de programação de todos os canais é uma frase incompleta de “informação não disp…”. É irritante, amador e já me fez, por diversas vezes desligar a box da ZON e me mudar de sítio em casa para utilizar o serviço da MEO, este sim excelente e que nunca vi falhar. A única vez que percebi uma imperfeição foi quando deparei com a desfasagem em uma hora na programação da Odisseia, o que atrapalhava a programação da gravação por dois motivos: 1. Tinha que sempre estar a fazer cálculos para conseguir gravar o programa que queria; 2. O nome do programa gravado não correspondia ao conteúdo. Bastou um telefonema para o serviço de cliente da MEO, e dizer que, quando aparecia, a programação da Odisseia na ZON estava correta, para que resolvessem o problema no mesmo dia.

Mas não há o que faça o serviço da ZON funcionar. E quando se liga para o serviço de cliente admitem a falha, sugerem que faça um reboot e que aguarde por uma hora para recarregar as listas de canais ( o que é imediato na MEO), mas que depois voltarão a desaparecer. Dizem que só vai ser corrigido com um upgrade de software. É tudo mesmo muito pior, e se me permitem uma brincadeira, não fosse o software ter sido feito pela Microsoft, teriam menos problemas. O da MEO deve ser Open Source… :)

Enquanto programador de computadores, vejo neste serviço coisas que são muito mal feitas.

Tags Categories: Nada, Piada Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 04 Jul 2009 @ 07 36 PM

EmailPermalinkComentários Desligados
 02 Jul 2009 @ 10:09 AM 

A tecnologia, e seu desenvolvimento, é mesmo um dos aspectos mais fascinantes do desenvolvimento da humanidade. Mas por vezes as coisas correm mal, dão para o torto, como se diz. Neste caso, em que o fato espacial Jaked da nadadora italiana Flavia Zoccari descosturou-se, a coisa deu mesmo pro redondo!

Flavia Zoccari

Fotos do Corrieri dello Sport.

Tags Categories: Nada Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 02 Jul 2009 @ 10 10 AM

EmailPermalinkComentários Desligados
 25 Jun 2009 @ 6:45 PM 

Tags Categories: Nada Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 25 Jun 2009 @ 06 45 PM

EmailPermalinkComentários Desligados
 13 Mai 2009 @ 12:37 PM 

Ainda falam de dificuldades e coisa e tal no trato com o Linux. Ignoram que o melhor das características do adorável SO está nas suas entranhas. O que mais gostei das poucas experiências que fiz com o Mac OS X foi poder abrir uma consola UNIX e bulir com o gajo.

E o mesmo se passa com o Linux. Hoje, lendo um postal antigo de um blog que frequento, o Bitaites, encontrei um que tinha o seguinte título: Não há melhor sistema operativo que o Linux. Como era de esperar apressaram-se os “MSmaníacos” a dizer que o Windows era isso e aquilo, e que não o podiam abandonar por causa de aplicações que não encontravam equivalentes em Linux. Um deles disse-se game maníaco e por isto não o deixava. Um outro sugeriu então a pesquisa pelas palavras “free linux games”.

Foi o que fiz. Já nem me lembro se fizera antes, acho que não. Mas encontrei uma, entre muitas, que fui ler, onde relacionavam os 10 melhores jogos para Linux. Fui direto ao que opinavam como melhor. Chama-se “Battle for Wesnoth”.

Dai a te-lo em meu Fedora foi um tiro. Bastou ir a tal consola e escrever umas poucas coisas:

[edgard@dv9575 ~]$ su -
Palavra passe:

[root@dv9575 ~]# yum list *wesnoth* //que o mesmo que dizer “procura pra ver se existe”
Loaded plugins: refresh-packagekit

Available Packages
wesnoth.i386 1.6-1.fc10 updates
wesnoth-data.noarch 1.6-1.fc10 updates
wesnoth-server.i386 1.6-1.fc10 updates
wesnoth-tools.i386 1.6-1.fc10 updates

[root@dv9575 ~]# yum install wesnoth* //já que existe então instala
Loaded plugins: refresh-packagekit
Setting up Install Process
Parsing package install arguments
Resolving Dependencies
–> Running transaction check
—> Package wesnoth.i386 0:1.6-1.fc10 set to be updated
—> Package wesnoth-data.noarch 0:1.6-1.fc10 set to be updated
—> Package wesnoth-server.i386 0:1.6-1.fc10 set to be updated
—> Package wesnoth-tools.i386 0:1.6-1.fc10 set to be updated
–> Finished Dependency Resolution

Dependencies Resolved
============================================
Package Arq. Versão Repository Size
============================================
Installing:
wesnoth i386 1.6-1.fc10 updates 4.9 M
wesnoth-data noarch 1.6-1.fc10 updates 204 M
wesnoth-server i386 1.6-1.fc10 updates 369 k
wesnoth-tools i386 1.6-1.fc10 updates 423 k
Transaction Summary
============================================
Install 4 Package(s)
Update 0 Package(s)
Remove 0 Package(s)
Total download size: 210 M
Is this ok [y/N]: y //claro que sim

3 comandos e um “y” e o programa já cá canta, inclusive num modo servidor onde podemos jogá-lo em rede com toda a grande família. Complicado? Nem um pouco. Eu amo o yum.

Tags Categories: Nada Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 13 Mai 2009 @ 02 58 PM

EmailPermalinkComentários Desligados
 29 Abr 2009 @ 12:47 PM 

Pela primeira vez posso dizer isto, como dizíamos antigamente “Este mundo é pequeno” ao encontrarmos por mero acaso uma pessoa na Internet.

É que hoje aconteceu comigo um fato bem interessante: revendo coisas antigas por aí, passei no site do BOB’s pra ver se encontrava a indicação do podcomer de 2006. Não achei mas segui em frente vendo os premiados deste ano. Daí cheguei ao blogue Querido Leitores, da Rosana Hermann. De primeira achei que nunca o tinha visto mais postado. Mas depois lembrei-me de já ter ouvido falar, talvez até mesmo lido o blogue a tempos, quando “frequentávamos” o blogue do Maestro Billy.

Li uns postais, revi o meu querido Física na Veia e lá no final dei com uma coisa que não conhecia: uma janelinha chamada Shoutbox, onde as pessoas conversam publicamente, como se de um chat/msn/skype público se tratasse.

O acaso ocorreu quando vi uma pessoa a escrever lá uma coisa, exatamente na hora que cheguei. E para minha surpresa eu conhecia a pessoa. Era nada mais nada menos que a LUCIana, musa inspiradora da Luci-Quebra-Tudo, personagem que eu e o Maestro Billy inventamos nos comentários do seu blog, onde escrevi num surto de inspiração a letra de uma música que depois o Maestro produziu, tudo por brincadeira com a LuciAna, como assinava e que depois passou a LUCIana só por causa daquilo.

Mantivemos ali uma curta conversa assim (está de trás pra frente porque os chats são assim mesmo):

gavezdois Procê também. ok.
LUCIana me adiciona então lupecampos!
LUCIana abrção proc~e Edgar!..
gavezdois sim
LUCIana vc tá no twitter tb edgar??
gavezdois Obrigado. Tenho que ir. Até a próxima. saudades.
LUCIana bem vindo ao beco dos queridos leitores!
gavezdois Nem conhecia isso.
gavezdois Quanto tempo, pois é quanto tempo. (*)
LUCIana tô sempre por aqui!!!
LUCIana quanto tempo hihihi
gavezdois :)
LUCIana Oiiiiiiiiiii Edgar!!!!!!
gavezdois Olá LUCIana. A quanto tempo não nos encontrávamos. Estava a passar por aqui e reparei que manteve a LUCI aos gritos, o que muito me orgulha. Bjs de Portugal.
LiG pois eh rs
LUCIana já chegou off Lig?? rss Bom dia

(*) Pois lembrei-me na hora da música Sinal Fechado do Paulinho da Viola…

Esta Internet já está a ficar pequena…

Lembrança a todos!

Tags Categories: Nada Posted By: Edgard Costa
Last Edit: 30 Abr 2009 @ 10 47 AM

EmailPermalinkComments (0)
\/ More Options ...
Change Theme...
  • Users » 2
  • Posts/Pages » 147
  • Comments » 25
Change Theme...
  • VoidVoid « Default
  • LifeLife
  • EarthEarth
  • WindWind
  • WaterWater
  • FireFire
  • LightLight

.eu



    No Child Pages.

Objetivo



    No Child Pages.